Setor de Serviços no RN cresce 7,5% em 2023, aponta IBGE

Setor de serviços cresce no primeiro semestre – freepik

Em junho de 2023, o volume de serviços no Rio Grande do Norte avançou 0,8% se comparado ao mês imediatamente anterior (com ajuste sazonal) e frente a junho de 2022.  O acumulado do ano foi de 7,5% e o acumulado em 12 meses foi de 5,5%. Esses dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do IBGE.

Regionalmente, 16 das 27 unidades da federação assinalaram expansão no volume de serviços em junho de 2023, frente ao mês imediatamente anterior, acompanhando o avanço no resultado do Brasil (0,2%) – série ajustada sazonalmente. O Rio Grande do Norte ficou na décima posição entre os estados com maior variação positiva.

O crescimento no volume de serviços teve reflexo em todas as taxas de receita de serviços pesquisadas no RN. Em relação ao mês imediatamente anterior, considerando o ajuste sazonal, o estado caiu 3 p.p. em relação ao mês de maio, mas manteve-se com uma taxa positiva de 0,4%. Na comparação com março de 2022, o RN saiu de 6,1% para 13,0% e no acumulado do ano o estado aumentou 0,2 p.p. fechando o semestre com alta de 12%.

O comércio varejista potiguar fechou o junho com alta de 1,3% se comparado ao mês anterior (-0,3%). Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada no dia 14 de junho de 2023 pelo IBGE.

No primeiro semestre do ano, o setor registra baixa (-0,6%). No acumulado em 12 meses, o estado teve alta de 0,5% e se comparado a junho de 2022, a alta foi de 0,3%.

O desempenho no semestre foi perdendo ritmo ao longo do ano que, embora tenha tido um crescimento concentrado em janeiro, quando foi de 3,9% na série com ajuste sazonal, os resultados dos meses posteriores tiveram variações menores, em alguns casos negativa, como os meses de fevereiro, abril e maio de 2023 (-1,1%, -0,4% e –0,3% respectivamente). Nacionalmente, a média do volume de vendas fechou em 1,3%.

Na análise regional, o comércio varejista apresentou resultados positivos em 22 das 27 Unidades da Federação, com destaque para Alagoas (2,7%), Acre (2,6%) e Paraíba (2,2%). Entre as quatro UFs que tiveram recuo, as principais foram Minas Gerais (-1,3%), Tocantins (-0,9%) e Pernambuco (-0,9%). O Rio Grande do Norte ficou na nona posição com 1,0% se consideradas todas as UFs brasileiras. 

No comércio varejista ampliado, que inclui veículos, motos, partes e peças e material de construção, também houve maioria de estados com alta, 25 das 27 UFs, com destaque para Maranhão (7,6%), Alagoas (6,7%) e Bahia (6,6%). O Rio Grande do Norte ficou na 13ª posição com alta de 2,0%. As taxas negativas foram registradas em Santa Catarina (-0,1%), Tocantins (-1,1%) e Pernambuco (-1,8%).

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