Após dobrar na pandemia, o lucro das farmacêuticas começa a cair

Os ganhos das 10 maiores farmacêuticas passaram de US$ 68,3 bilhões em 2020, quando ainda não vendiam em massa vacinas e remédios contra a covid-19, para US$ 133,1 bilhões em 2022.

No entanto, o resultado, turbinado por vacinas e medicamentos contra a doença, começa a dar sinais de queda no 1º trimestre de 2023.

A empresa que mais viu sua lucratividade aumentar foi a Pfizer. O lucro líquido anual da empresa subiu 226% , chegando a US$ 31,4 bilhões em 2022.

A vacina anti-covid eo remédio da contra a doença (Paxlovid) responderam por 57% dos US$ 100,3 bilhões de receita da Pfizer no ano passado.

O recorde de lucratividade, no entanto, está relacionado aos piores momentos da pandemia. Os últimos balanços financeiros mostram que os ganhos das maiores farmacêuticas foram de US$ 30,5 bilhões no 1º trimestre de 2022 para US$ 19,4 bilhões em 2023.

O principal motivo para a redução de receitas e de lucratividade apontada pelas empresas é a redução de vendas de vacinas e medicamentos relacionados ao tratamento de covid-19.

Poder 360

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