Profissionais protestam na porta da Secretaria Municipal de Educação após caso da professora que foi barrada por não estar com roupa “adequada”

Servidores da Secretaria Municipal de Educação se reuniram na porta do prédio que abriga o órgão para se manifestarem contra as ações do chefe de Patrimônio, Josias, que impediu a professora Tânia Maruska Peterson de adentar o prédio na última quinta-feira (11) por julgar suas vestes “inadequadas”.

Os manifestantes carregam faixas com afirmações como: “Nosso vestir é identidade, inadequado é o machismo” e “Desvalorização do magistério é a marca do governo Álvaro Dias”.

Entenda o caso

Tânia, que é professora da rede municipal de ensino, compareceu a SME para fazer uma prestação de conta, mas uma recepcionista pediu para que ele esperasse ali quanto chamava o sr. Josias, chefe de Patrimônio.

De acordo com Tânia, Josias a abordou na frente de todas as pessoas que estavam na recepção e negou o acesso ao local, alegando irregularidades na vestimenta da professora, olhando Tânia de cima a baixo, criminalizando sua roupa e dizendo que estava inadequada, citando a existência de uma portaria, segundo a professora, que questionou quais os critérios da inadequação.

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