Governadora destaca avanços em 1.000 dias de governo

Com o maior investimento em educação da história do Rio Grande do Norte, número recorde de leitos críticos e clínicos na rede estadual de saúde, pagamento em dia de salários de servidores da ativa, aposentados e pensionistas; crédito e assistência técnica a pequenos produtores rurais, agricultores familiares e microempreendedores e estimulo à economia para gerar empregos, o governo da professora Fátima Bezerra comemora hoje 1.000 dias de gestão, superando um desafio que parecia impossível: equilibrar as finanças em meio a um quadro caótico com quatro folhas salariais em atraso e dívida com fornecedores e prestadores de serviço totalizando cerca de R$ 2 bilhões, agravado pela pandemia da Covid-19.

Ao fazer um balanço dos programas e ações governamentais ao lado do vice-governador Antenor Roberto e de secretários, na manhã desta segunda-feira (27), Fátima destacou os esforços para colocar o Rio Grande do Norte no rumo do desenvolvimento. “Se chegamos até aqui com crise econômica, crise sanitária e uma inegável crise política no plano nacional, muito mais podemos e vamos fazer agora que recuperamos a capacidade de investimento do Estado. São 1.000 dias de muito trabalho, cuidado e respeito com o povo potiguar!”, disse ela, enfatizando que há muito ainda a fazer, “mas não nos falta seriedade, trabalho e disposição. O Rio Grande do Norte está preparado.”

Na pandemia, lembrou Fátima, o governo estabeleceu um foco claro na defesa da vida e no cuidado com as pessoas, incentivando o uso de máscaras, seguindo as recomendações da ciência. E, em vez da contratação de estruturas provisórias (hospitais de campanha) para prestar assistência aos pacientes, o Governo do RN optou por equipar os hospitais de sua rede de saúde. Durante o período mais agudo da doença foram disponibilizados 856 leitos, que ajudaram a salvar mais de 14 mil pacientes.

“Temos hoje uma rede de leitos que o RN jamais teve em sua história, legado que estamos deixando para a maioria da população que precisa do SUS.” Esse legado vai permitir a retomada, em ritmo mais célere, do Programa Estadual de Cirurgias, que teve de ser interrompido em razão da pandemia. A Secretaria de Saúde trabalha com uma meta de realizar pelo menos 10 mil cirurgias nos próximos 12 meses, nas oito regiões de saúde, um investimento de R$ 18 milhões. Emocionada, ela agradeceu aos trabalhadores do SUS, que não mediram esforços para salvar vida durante a pandemia.